Edição nº 26
 

Carreira

Feira de emprego para jovens de elite

Publicado a 22-05-2012 10:55:00

São cada vez mais os angolanos que decidem regressar a casa. A crise financeira que se abateu no países mais ricos, que está a atirar a taxa de desemprego na Europa e nos Estados Unidos para valores recorde, está a contribuir para este regresso da diáspora. Mas esta é apenas metade da história. O crescimento rápido da economia nacional também está a abrir as portas do país a milhares de angolanos que há muito procuram por uma janela de oportunidade para voltarem a viver e a trabalhar em Angola. Essa vontade ficou bem patente no último fórum de recrutamento da Elite Angolan Careers, realizado, em Março, em Lisboa, patrocinado pela Chevron e pela Odebrecht.

Feira de lisboa: Foi o décimo evento da Elite —  quarta vez em Portugal — e o maior de sempre

No espaço de três dias foram 575 os candidatos que compareceram no Hotel Sheraton, um complexo hoteleiro de cinco estrelas localizado numa das principais artérias da capital portuguesa, para se candidatarem às ofertas de trabalho das mais importantes empresas a operar em Angola (30 firmas e 125 delegados). De acordo com a organização, “a quarta edição do fórum foi o maior evento realizado pela Elite Angolan Careers, em Lisboa.” Ao todo, foram realizadas 1355 entrevistas, das quais 879 foram pré-agendadas e mais 476 acabaram por ser realizadas durante o evento. “Na sequência do êxito de eventos passados — como os decorridos na Cidade do Cabo e em Luanda — este ano, em Lisboa, fomos novamente bem-sucedidos no nosso esforço de recrutar os melhores talentos angolanos,” revelou à EXAME Yuri da Silva, director de recrutamento da Chevron em Angola, que durante o evento concretizou 20 ofertas de emprego. Tânia Mandavela, responsável da área de recrutamento da FMC Technologies, também salientou a forte adesão dos candidatos: “É a terceira vez que a FMC participa neste evento e noto que este ano há muito mais candidatos do que no ano passado”, referiu.

Três dias que podem mudar uma vida

ELITE 
ANGOLAN 
CAREERS

Data de fundação

2008

Actividade

Recrutamento e selecção 
de quadros angolanos

Directores

Nick Jesani-Lee e Miguel Vieira

Eventos já realizados

2009

Lisboa, Luanda, Cidade do Cabo

2010

Lisboa, Luanda, Joanesburgo

2011

Lisboa, Luanda, Cidade do Cabo

2012

Lisboa

Próximos eventos

Luanda

16 e 17 de Junho

Cidade do Cabo

12 e 14 de Outubro

Londres

30 de Novembro a 2 de Dezembro

Internet:

http://angola.eliteic.net/

Durante três dias, o Sheraton foi tomado por uma onda de jovens angolanos ambiciosos. Pelos cantos do hotel era visível a agitação entre os candidatos. Os nervos estavam à flor da pele, sobretudo na zona de entrevistas onde muitos acabavam por ser recrutados na hora, terminando o dia como parte integrante da equipa de engenheiros da Total, da Cummins ou da Unitel, ou como bancários do Millennium Angola ou do Standard Bank. Para muitos, maioritariamente recém-licenciados com nenhuma ou com reduzida experiência profissional, o evento foi um verdadeiro bilhete para o sucesso. “Tive quatro entrevistas e estou na fase final de um processo de recrutamento que correu muito bem”, revela José Gunza que, tal como a maioria dos presentes no evento, nasceu em Angola, mas estudou em universidades portuguesas. Todavia, havia excepções. Miguel Vieira, director-geral da Elite Internacional Careers para África e América Latina, refere que a decisão da organização em realizar o evento em Lisboa prendeu-se não só por “o maior número de candidatos angolanos fora de Angola estar em Portugal”, mas também porque, “mesmo aqueles candidatos que estão fora de Portugal, mas a viver na Europa, de uma forma directa ou indirecta, têm sempre uma base em Portugal que os pode apoiar durante este fim-de-semana, não precisando assim de gastar dinheiro com a estada num hotel”. Daí haver muitos jovens angolanos a circularem pela feira com licenciaturas e mestrados tirados em faculdades do Reino Unido, França e outros países europeus.

No plano da formação profissional, a maior parte dos participantes eram licenciados em engenharias do ramo das ciências naturais, não fosse Angola um dos principais produtores e exportadores de petróleo e de outras matérias-primas. Segundo os dados da Elite, mais de um quarto dos participantes detinha uma licenciatura nestas áreas. A completar o pódio das habilitações dos candidatos estavam as áreas relacionadas com as tecnologias de informação, a gestão e o marketing. Todavia, Edna Santos, responsável da Baker Hughes, a terceira maior empresa mundial de serviços petrolíferos, referiu à EXAME que “nas mais de 20 entrevistas que realizei tive contacto com uma boa amostra de candidatos com boas qualificações para a área administrativa. Infelizmente o mesmo não ocorreu com os candidatos para áreas mais técnicas”. Edna destaca como ponto negativo “a pouca experiência dos candidatos”.

Para Tânia Mandavela, esse não foi o único problema. A responsável da FMC Technologies, líder global na produção de equipamento para a exploração e produção de hidrocarbonetos, destaca também o excesso de expectativas dos candidatos face à qualidade académica do currículo. “Antes, os candidatos apresentavam apenas a licenciatura e hoje quase todos estão a fazer o mestrado. Porém, nem sempre o mestrado significa que o candidato é melhor do que os outros. A experiência é a mesma, mas as expectativas deles são maiores. Muitas vezes, não sabemos como os compensar financeiramente desse esforço”, confessa Mandavela, adiantando que aos engenheiros mecânicos e electrotécnicos, em início de carreira, estava a propor um ordenado médio de 2500 dólares mais benefícios.

Carência de profissionais é generalizada

Não é segredo que Angola vive uma carência de profissionais em todas as áreas. Afinal o país só está em paz há dez anos. As causas são conhecidas: muitos jovens angolanos emigraram para o estrangeiro à procura de uma vida melhor e as faculdades nacionais não tiveram recursos para acompanhar o crescimento económico ao nível da formação, em quantidade e qualidade. Em consequência, segundo os responsáveis da Elite Careers, as necessidades de recursos humanos qualificados verificam-se em quase todas as áreas: da banca ao retalho, das telecomunicações às engenharias, da construção civil aos petróleos.

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Do lado das empresas, o caminho mais racional e mais rápido para colmatar essa lacuna passou pelo recrutamento de cidadãos estrangeiros. “Não por uma questão de custos, que são muito elevados, mas simplesmente porque não havia no mercado trabalhadores angolanos com qualificações para desempenharem as funções que pretendíamos”, explica um responsável de uma grande empresa estrangeira a operar em Angola. Todavia, essa realidade está a mudar, não só porque já existe mais oferta de licenciados nacionais, mas também por culpa da legislação laboral. “O Governo tem vindo a fazer com que as empresas alterem o seu processo de recrutamento promovendo a angolanização da sua estrutura de recursos humanos”, explica Miguel Vieira em entrevista à EXAME. Recorde-se, por exemplo, que, em 2009, o Parlamento aprovou um decreto-lei que visa o recrutamento, a integração e o desenvolvimento da mão-de-obra nacional no sector petrolífero. O resultado desta política é hoje evidente: de acordo com Botelho de Vasconcelos, ministro angolano dos Petróleos, dos cerca de 77 mil trabalhadores que operam hoje na indústria petrolífera, mais de 80% são nacionais.

Angolanização potencia oportunidades

Clique para ampliar a imagem
Para a mão-de-obra nacional, particularmente para os mais jovens com habilitações superiores, a angolanização é uma oportunidade de ouro. Não só porque obriga as empresas a dar prioridade aos quadros nacionais como pelo facto de o Governo disponibilizar incentivos para a formação e atribuir cada vez mais bolsas de estudo. Para os jovens ambiciosos, que não queiram deixar fugir a oportunidade de regressar ao país natal, o caminho é arregaçar as mangas e ir à luta. E para isso os fóruns de emprego podem dar um ajuda preciosa. O próximo evento realiza-se já a 16 e 17 de Junho na capital angolana. “As expectativas são altas para o evento de Luanda pois estamos quase sem stands disponíveis e ainda faltam dois meses para o evento”, refere Miguel Vieira. O responsável da Elite Angolan Careers adianta que “há muito interesse por parte das empresas” e que a organização conta “ter cerca de 2700 dos melhores candidatos angolanos disponíveis no mercado nacional.” Até o momento, já existem 31 empresas com presença confirmada no Fórum de Luanda.

Os candidatos interessados em agarrar uma das centenas de ofertas de trabalho que serão disponibilizadas neste evento apenas têm de se registar no site da Elite. Depois, é só esperar que seja um dos contemplados, pois a participação nestes fóruns de emprego só é possível através de convite. Para ser seleccionado é preciso apostar na elaboração de um bom currículo que funciona como “cartão-de-visita” junto dos recrutadores. “É muito importante dedicar tempo para fazer um currículo coerente e atractivo para as empresas participantes”, recomenda Maria Cláudia Santos, gestora de recrutamento da Elite International Careers. “O documento deve destacar-se pela boa apresentação visual, não conter erros de ortografia, ser sucinto e de fácil compreensão”, lembrando ainda que “será necessário adicionar informações sobre a formação académica do candidato, a formação profissional e a experiência profissional, além dos dados pessoais, incluindo as actividades extracurriculares”.

Para este ano, estão agendados mais dois fóruns de recrutamento da Elite Angolan Careers para a Cidade do Cabo, em Outubro, e Londres, em Novembro. Oportunidades para brilhar, pelos vistos, não faltam. 


O boom económico de Angola tem gerado um mar de oportunidades no mercado laboral. Miguel Vieira, director-geral da Elite Internacional Careers, destaca as oportunidades que hoje o país oferece em várias áreas desde a indústria, aos petróleos, retalho e banca. O responsável pela organização de vários eventos de recrutamento pelo mundo fora refere ainda o forte valor acrescentado que um mestrado (ou um MBA) poderá ter num processo de recrutamento.

Qual é o objectivo da Elite Internacional Careers  na organização dos fóruns de recrutamento?

O nosso core business é apoiar as empresas nos processos de angolanização dos recursos humanos. Nesse sentido, organizamos eventos de recrutamento em Portugal, África do Sul e em Londres que juntam as empresas que estejam em Angola à procura de candidatos nacionais e os candidatos angolanos de alto perfil que estejam a trabalhar ou a estudar no estrangeiro e queiram regressar a casa. Unimos duas partes com interesses comuns: recrutar para Angola e voltar para Angola.


Foi a quarta vez que organizaram 
este evento em Lisboa. Porquê?

É em Lisboa que está o maior número de candidatos angolanos que residem no estrangeiro. Mesmo aqueles que vivem noutros países da Europa têm geralmente uma base em Portugal que os pode apoiar durante este fim-de-semana.


A África do Sul é outro ponto central?

Exacto. Identificámos outros mercados interessantes, como a África do Sul, onde também estão a viver muitos candidatos angolanos. Daí a nossa decisão de organizar um evento anual na África do Sul. Começámos na Cidade do Cabo, mudámos para Joanesburgo, e agora, no final deste ano, vamos organizar o nosso quarto evento na Cidade do Cabo.

Como é que escolhem os candidatos?

Além das petrolíferas, o retalho e a banca são os sectores que estão a recrutar de modo mais agressivo
Os candidatos angolanos que estejam a viver no estrangeiro registam-se para participar no evento e nós fazemos uma triagem com base nas necessidades das 22 empresas que cá estão. O resultado dessa triagem é enviado para cada uma delas que fazem a selecção final. Após receberem a listagem dos candidatos, elas seleccionam quais os que querem convidar para uma entrevista pessoal.


O candidato pode sair de um destes eventos com um emprego na mão?

Sim. Nós temos várias empresas como a Chevron, a Sonamet, os supermercados Shoprite que vêm para os eventos com uma grande agressividade. Fazem ofertas durante o fim-de-semana, põe contratos em cima da mesa e saem daqui com eles assinados.


A procura é maior do que a oferta?

Sim. A balança está superdesequilibrada por motivos óbvios: nos últimos 30 anos, Angola não teve um fluxo de saída académica de candidatos no país. Todos nós sabemos que Angola esteve em guerra durante muito tempo e, consequentemente, as universidades não tinham capacidade de criar profissionais para que pudessem preencher estas vagas.


Daí a presença de trabalhadores qualificados estrangeiros no país...

Exacto. Esta realidade veio criar a presença de cada vez mais expatriados nas empresas. No entanto, o Governo angolano tem vindo a fazer com que as empresas alterem o seu processo de recrutamento de forma a promover a angolanização da sua estrutura de recursos humanos. Por isso é que estes eventos que nós organizamos são  muito importantes. As feiras apoiam as empresas nos seus processos de angolanização.


Quais têm sido as áreas de actividade
que têm registado maior procura por parte das empresas recrutadoras?

Ao longo dos últimos anos temos notado que a maior procura tem sido, e continua a ser, por perfis técnicos, sobretudo, para licenciados nos vários ramos da engenharia. Isto porque, a maior parte do PIB angolano é proveniente dos recursos naturais, nomeadamente do petróleo e do gás. Logo os perfis que os nossos clientes nos pedem são, essencialmente, engenheiros mecânicos, petrolíferos, de recursos naturais, e directa ou indirectamente, os engenheiros civis. Além disso, também nos pedem engenheiros de telecomunicações e de informática. Vários perfis sempre técnicos.


E nas indústrias não petrolíferas 
há também muitas oportunidades?

O retalho e a banca são, além das petrolíferas, as indústrias que estão muito agressivas neste evento. Nesta feira estiveram alguns dos maiores bancos presentes em Angola como o BCA, BPA,  Millennium e Standard Bank. Eles estão a seguir uma forte expansão da rede em Luanda e nas províncias e precisam de capital humano para preencher os seus novos balcões que estão prestes a abrir.


Qual é o perfil típico dos candidatos?

Existe um equilíbrio bastante interessante entre candidatos do género feminino e masculino. No que diz respeito ao perfil profissional, estes eventos estão direccionados para candidatos com zero a quatro anos de experiência. Recrutar um director de marketing ou de recursos humanos, por exemplo, já requer outro tipo de trato, outra atenção que não pode ser dada num destes eventos. Aliás, nós também o fazemos através do nosso serviço de executive search. Nesse caso, trabalhamos o candidato de uma forma completamente diferente. Prestamos um serviço de consultor de marketing: levamos o currículo do candidato ao mercado, falamos com as empresas, representamos os interesses do candidato, negociamos o pacote salarial. Funcionamos como um agente.

Qual é o ordenado médio que as empresas oferecem aos candidatos?

É algo muito variável. Depende sobretudo do tipo de indústria e dos anos de experiência do candidato. Um engenheiro de reservas, por exemplo, que entre para uma petrolífera, sem experiência profissional, muito facilmente começa a ganhar 3 mil dólares. Mas um engenheiro de telecomunicações que entre para uma empresa não petrolífera já pode ter outro salário. A mesma diferença se aplica ao nível da localização do local de trabalho. Um candidato pode ir trabalhar para Luanda e receber um ordenado maior face ao que auferiria se fosse para uma província. O salário até pode ser menor, mas aí, provavelmente, terá uma melhor qualidade de vida.


Para um jovem que vai agora entrar 
na universidade e está indeciso sobre que curso escolher, quais são hoje,  na sua opinião, as profissões de futuro?

Em inglês dizemos que with engineering we can never go wrong, ou seja, com as engenharias uma pessoa nunca se pode enganar. Mas também há muitas oportunidades noutras áreas: gestão de empresas, por exemplo. Qualquer candidato que queira fazer um mestrado, ou um MBA, isso será sempre um esforço bem visto pelo mercado. As empresas gostam de candidatos que apesar de serem engenheiros ou terem feito recursos humanos ou informática, façam um MBA para terem uma visão da empresa mais global. As telecomunicações são outra área promissora. Há muitas empresas a investir neste sector. A Unitel, por exemplo, está a recrutar em peso pois a empresa precisa de se expandir pelo país. A banca está também a crescer muito. Todas as profissões que tenham que ver com finanças, contabilidade, auditoria e controlo terão sempre futuro na banca. Dentro destes sectores há amplas oportunidades de carreira.


Todos os anos, a Elite Angolan Careers realiza, em média, três a quatro fóruns de emprego. Há perspectivas para vir a realizar mais eventos por ano?

Não necessariamente. A nossa ideia é ficarmos pelos quatro e, possivelmente, organizar um quinto evento em Luanda. Se assim fosse teríamos dois eventos por ano em Luanda: um em Junho e outro em Dezembro. Este ano, já temos confirmados os eventos de Luanda (em Junho), na Cidade do Cabo (em Outubro) e Londres (em Novembro). Possivelmente  ainda faremos um quinto evento, outra vez em Luanda, em Dezembro.


O próximo evento em Luanda tem 
um perfil ligeiramente diferente 
dos demais. O que o distingue?

O nosso evento em Angola é virado, particularmente, para os candidatos com formação feita em universidades angolanas ou para os que estejam a viver e a terminar os seus estudos, à procura do primeiro emprego ou apenas de um novo desafio. Já os eventos de Lisboa, Londres e Cidade do Cabo são dirigidos para os angolanos que vivem fora do país e querem voltar a Angola. O público-alvo é, por isso, diferente.  


Por: Luís Leitão, em Lisboa
 

Comentários

  1. Paulo Diassonama Mário Joao
    2013-06-10 15:42:35
    gostaria que me mantenha informado quando começar o forum, sou estudante do 4º ano do curso superior em geologia. faculdade de ciençias,
  2. Paulo Ricardo
    2013-06-08 08:26:10
    quando começar o forum pesso um especial favor para manter-me informado.tenho sou finalista do ensino médio na ciências econômica jurídica.tenho curso gestão de recursos humanos.de informática.e pedagogia.estou cem email quando começar o fórum mantenha-me informado pelos terminais telefone.928681664
  3. Borges Dala Ambriz
    2013-06-01 22:19:13
    qero me candidatar-se a uma das vaga existente na
  4. José Domingos Guimaraes dos santos
    2013-05-24 01:48:38
    estou a frenquentar o segundo ano da universidade.sera que nao posso escrever-me para fazer parte deste evento?
  5. josé Bruno Baltazar Raimundo
    2013-05-23 17:12:36
    Recém formado em gestão e administração pública pela uan. Dominante das línguas inglesa, holandesa e francês intermédio
  6. josé Bruno Baltazar Raimundo
    2013-05-23 17:11:01
    Recém formado em gestão e administração pública pela uan. Dominante das línguas inglesa, holandesa e francês intermédio
  7. josé Bruno Baltazar Raimundo
    2013-05-23 17:10:50
    Recém formado em gestão e administração pública pela uan. Dominante das línguas inglesa, holandesa e francês intermédio
  8. Herivelto Nsumbo Cambo
    2013-05-14 17:06:28
    boa tarde caros amigos gostaria participar neste evento
  9. Herivelto Nsumbo Cambo
    2013-05-14 17:03:33
    boa tarde caros amigos gostaria participar neste evento
  10. venancio osvaldo deinji
    2013-05-13 20:11:08
    esto a procura de enprego
  11. Paulo S. Rosa
    2013-05-06 13:14:33
    o país não se desenvolve só apenas com tecnicos superiores, mas sim com os de classe media, seria bom que as empresas desem prioridade aos estudantes que frequêntão o ensino superior para ganharem pratica e experiência no ramo em que se estão a formar acho que isto é passifico.
  12. Arnaldo Mocamedes
    2013-05-02 11:07:47
    E aos minha primeira vez que entro no vosso site, devo apenas felicitar-vos porque e um grande contributo que estas a dar na vida social angolana e universal. Parabens
  13. conceição da Silva Faria
    2013-04-16 18:54:06
    quero fazer parte este ano sou do 2º ano do curso de economia pela Universidade Metodista de Angola, quero me inscrever não sei como faze-lo
  14. afonso mendes
    2013-04-07 22:20:16
    sou,afonso mendes,estudante universitario,faculdade de ciencias,universidade agostinho neto,curso de quimica,com eperiencias a aria de producao de hidrocarbonetos.....desempregado
  15. Alcides Domingos Cambundo
    2013-04-03 17:50:40
    Sou técnico médio de topografia,e estou a frequentar o IVº ANO da licenciatura em ciencias Matemáticas,será que podem me ajudar nalguma área em funçao da minha posiçao?,a única experiencia que eu tenho sobre trabalho até aqui é na área de euducaçao,onde leciono Física e Matemática há mais de 3 anos.
  16. Alcides Domingos Cambundo
    2013-04-03 17:48:38
    Sou técnico médio de topografia,e estou a frequentar o IVº ANO da licenciatura em ciencias Matemáticas,será que podem me ajuadar nalguma área em funçao da minha posiçao,a unica experiencia que eu tenho sobre tarbalho até aqui é na área de euducaçao,onde leciono Física e Matemática há mais de 2 3 anos.
  17. Delcia Paulo
    2013-03-18 19:03:25
    Candidatura a vaga existente
  18. job carlos nkula
    2013-03-16 19:46:41
    eu so um joven Angolano terminei o meu ensino médio no curso de ciencia juridica economica recentiente estou a procura de um emprego para dar continuidade na minha formaçao academica e estou a procura de um emprego , peço a vossa ajuda nesse sentido para que eu possa dar o meu contributo no nosso pais...
  19. LUIS GASPAR
    2013-03-12 16:03:35
    PARA NOS QUE NAO TEMOS CURSO SUPERIOR EM PETROLEO NAO TEMOS POSSIBLIDADE DE TRABALHAR EM INDUSTRIA PETROLIFERA,MESMO COM CURSO EQUIVALENTE PARA TRBALHAR
  20. laura Bongo
    2013-02-12 18:58:14
    sou uma jovem récem licenciada e procuro uma oportunidade de emprego e fazer uma carreira profissional caso me derem uma uma oportunidade
  21. pedro gomes andre
    2013-02-07 16:20:12
    agradeço imenso pela vossa publicação sou um jovem recém formado na escola do secundo II ciclo INE 22 de novembro e vou frequentar o ensino superior numas das universidades privada de angola necessito de emprego para dar continuidade a minha formação acadêmica e profissional. OBS: não quero que que me dão emprego por caridade mais sim pela oportunidade consoante as minhas qualidade. Email: pedrogomesandre@gmail.com
  22. Félix Gomes Lourenço
    2013-02-05 11:28:27
    Sou estudante do último ano do ensino medio na especialidade de electrónica e telecomunicações no instituto nacional de telecomunicações(ITEL).No momento estou frequentando um curso prático de centrais telefónicas no mesmo local,já defendi o projecto final mas,tenho uma cadeira de atraso a razão pela qual não tenho ainda o certificado,neste momento estou em casa a procura de um emprego
  23. balooscar
    2013-01-28 15:49:00
    sou óscar balo, estudante do 4 ano de curso de eng. informática na universidade técnica de angola, vem por este meio,em como solicitar o pessoal da fórum que ajudasse- me arranjar um sitio de estagio, afim de aumentar mais conhecimento na área de IT.
  24. balooscar
    2013-01-28 15:43:09
    sou óscar balo, estudante do 4 ano de curso de eng. informática na universidade técnica de angola, vem por este meio,em como solicitar o pessoal da fórum que ajudasse- me arranjar um sitio de estagio, afim de aumentar mais conhecimento na área de IT.
  25. Afonso jovelino mendes
    2012-12-17 10:55:45
    sou tecnico medio de informatica, actuamentou esta a frequentar licenciatura em engenharoa electromecanica o primeiro ano, estou a frequentar o curso de electricidade de manuntencao industrial, com 20 modulos. espero por voca chamada pera os outros esclarecimento.
  26. Maximiliano António
    2012-12-01 07:40:37
    Acho que é este tipo de recrutamento que tem que acontecer mais vezas em Angola, pessoas que estão a sair das universidades e que na sua maioria são jovens que ainda não têm nenhuma experiência profissional, isso de alguma forma incoraja os jovens a não parem com a procura de um emprego. está de barabens a Elite pela iniciativa
  27. olga borge
    2012-10-24 21:02:57
    Queria mesmo saber como fica aqueles que estao atras do emprego pra se formar, ha quem nao tem meios pra tal e procura fazer uns cursos profissionais pra aranjar emprego pra poder pagar a faculdade e tenta se sustentar... elite carrers nao da essa oportunidade?
  28. Fernando Manuel Cariango
    2012-10-16 14:20:03
    Por favor quando começar o Forum em Luanda em Dezembro, avisem-me só por email:fernandomanuelcap@hotmail.com Sou licenciado em Gestão de Empresas, falo ingles e frances, tenho cursos de contabilidade e finanças. Fiz curso tecnico especializado em electrotecnia, hidromecanica e operaçoes de barragens. Possuo 10 anos de experiencia no sector electrico e áreas de planeamento e estatistica
  29. julio joaquim pacheco nzamba
    2012-06-16 15:23:00
    cadidato a umas das vagas existente na vossa empresa
  30. Gloriana kazola
    2012-06-14 11:02:38
    Mas nesse caso porq ainda assim as oportunidades pra quem tem o ano zero de experincias é muito nulo por ex,porq q se um candidato n tem ainda 2,1,3,por ai fora se vai s candidatar ele n é apoiado com uma formação na area em que vai trabalhar,porq tbém ja há empresas q dão formaç
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