Ranking
Num estudo do Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI), que abrange 172 países, as despesas militares à escala global em 2011 tiveram um aumento de apenas 0,3% face ao ano anterior. Para esta tendência de abrandamento, depois de 13 anos consecutivos de subidas, muito contribuiu a queda de 1,2% nos Estados Unidos (que já não reduzia os gastos militares desde 1998) e a de 1,9% na Europa. Por países, os Estados Unidos continuam a liderar a listagem dos maiores gastadores seguidos da China e da Rússia (subiu dois lugares face ao ano anterior). Nas posições seguintes estão o Reino Unido, França, Japão, Índia (subida de dois lugares), Arábia Saudita, Alemanha e Brasil (que se estreou nos dez primeiros). Contrariando a tendência mundial, em 2011, África voltou a gastar mais em despesas militares devido ao Zimbabwe (aumento de 50%) e, sobretudo, à Argélia (44%). Em sentido contrário, os maiores decréscimos vieram do Lesoto (-24%) e do Gana (-23%). O estudo não inclui os dados de 2011 de países como o Sudão, a Líbia e a Eritreia, que foram palco de conflitos armados.
Vai nascer em Viana num terreno de 100 hectares
e poderá gerar negócios
no valor de 2 mil milhões de dólares. O retail park já estreou.