Economia
O FMI terminou as suas diligências no que se refere ao acordo de stand-by agreement celebrado com o executivo angolano. No documento de síntese do relatório final (assunto que a EXAME desenvolverá mais detalhadamente na próxima edição), o FMI faz um balanço do ano anterior dizendo que o crescimento do PIB foi afectado pela queda da produção de petróleo de 4%, mas que a inflação persistiu na tendência de descida para 11%, sendo de saudar o superavit de 10% do PIB e o excedente de reservas de 27 mil milhões de dólares devido à alta dos preços do petróleo. Para 2012, com a subida da produção de crude, o FMI estima um crescimento do PIB à volta dos 8%. O FMI elogiou a estabilização das políticas monetárias e o esforço do Governo para a regularização das operações quase fiscais com a Sonangol, assim como os progressos na explicação para os desvios contabilísticos detectados anteriormente. Para o futuro, o organismo elege três grandes desafios: a redução da dependência do petróleo, cujos preços são cada vez mais voláteis; a nova lei que obriga as multinacionais petrolíferas a fazerem as operações financeiras através da banca nacional; e a manutenção do esforço de diversificação da economia e do investimento no sector social.
Vai nascer em Viana num terreno de 100 hectares
e poderá gerar negócios
no valor de 2 mil milhões de dólares. O retail park já estreou.