O Japão no divã


Os atrasos na reconstrução do país fazem os japoneses duvidar 
da sua própria capacidade para reencontrar a vitalidade perdida

França

Em 2011, os bancos franceses surpreenderam pela positiva. É verdade que os lucros caíram em comparação com o ano anterior, mas o BNP Paribas e a Société Générale mantiveram-se no azul, apesar das monstruosas perdas com os títulos gregos.
China

Pode a soma das partes superar o todo? Foi o que muitos se perguntaram quando as 31 províncias da China divulgaram o seu PIB de 2011. O crescimento de 28 delas foi maior do que a média do país (9,2%) o que, mais uma vez, chamou a atenção para a precariedade das estatísticas chinesas.
Espanha

Em Espanha, a trajectória ascendente do desemprego e descendente da redução dos salários mudaram a estrutura do PIB. Pela primeira vez, os ganhos das empresas e dos profissionais liberais superaram a remuneração dos assalariados. Na década de 80, a soma dos salários de todos os trabalhadores representava 53% do PIB, percentagem que caiu para 46% em 2011.
Estados Unidos


O avanço no mercado de acções americano segue um ritmo mais vigoroso do que 
os próprios sinais de melhora da economia, e estimula o regresso das OPI no país

África


Em África é mais fácil negociar com o resto do mundo do que entre os países vizinhos. O comércio entre os africanos representa, em média,  apenas 20% do total, enquanto na União Europeia, por exemplo, ronda os 60%. O cenário não faz sentido em termos económicos, mas infelizmente teima em persistir

Japão

A indústria automobilística japonesa teve um ano para esquecer em 2011. A valorização do iene retirou competitividade às exportações e os desastres naturais paralisaram a produção e o consumo interno. Nesse ambiente desolador, a Nissan conseguiu ultrapassar os rivais.
Estados Unidos

Com doações milionárias e ilimitadas às suas campanhas, os Super PAC — grupos sem vínculo com os partidos — já são mais barulhentos do que os próprios candidatos
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